O Conselho Mundial de Viagens e Turismo estima perdas de 600 milhões de dólares por dia no setor turístico do Médio Oriente desde o início do conflito centrado no Irão, que está também a afetar os Emirados Árabes Unidos. Os principais hubs de aviação da região — Dubai, Abu Dhabi, Doha e Bahrein — processavam em conjunto cerca de 526 mil passageiros por dia, mas os encerramentos do espaço aéreo paralisaram essa conectividade. O impacto é global: companhias aéreas como a Singapore Airlines, Cathay Pacific e Air Canada suspenderam rotas, e as previsões apontam para uma queda entre 11% e 27% no número de turistas no Médio Oriente em 2026, o que representa entre 23 e 38 milhões de visitantes a menos.
Para quem tinha o Dubai na lista — o skyline futurista, os hotéis de luxo, as praias urbanas e os centros comerciais gigantescos —, a boa notícia é que não faltam em alternativas com a mesma energia cosmopolita, o mesmo espírito do “impossível é possível” e uma arquitetura que desafia a imaginação.













